Blog do Clube de Astronomia Louis Cruls - Louis Cruls Astronomy Club Blog


5o Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica 

5th International Meeting of Astronomy and Astronautics

http://meeting.passeiopeloceu.org

De 10 de abril de 2012

19 a 21 de abril de 2012 - April 19-21, 2012

Campos dos Goytcazes - Rio de Janeiro - Brasil

Inscrições Gratuitas - Free Registration 



Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h43
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Global Astronomy Month - Mês Mundial da Astronomia 

Abril 2012 - April 2012

Participe!!!



Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h38
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Olá!!! No dia 8 de março celebramos os 10 anos do Observatório Jiri Vlcek do IFF. Foi uma grande festa!!!

Hi!!! On March 8th, 2012, we celebrate 10 years of the Observatory Jiri Vlcek. A wonderful party!!!

De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek
De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek
De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek
De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek
De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek
De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek
De 10 anos do Observatório Jiri Vlcek


Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h35
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Olá!!! O Clube de Astronomia Louis Cruls foi homenageado durante o carnaval de 2012 na cidade do Rio de Janeiro!!! A Escola de Samba Unidos de Cosmos organizou a homenagem. Pela primeira vez a equipe do Clube de Astronomia Louis Cruls participou do desfile de Carnaval como convidados especiais. O enredo do samba era sobre Yuri Gagarin. Na homenagem foram incluídas a cidade de Campos dos Goytacazes e o nosso clube como exemplos de popularização da Astronomia no Brasil!!!  :)

Hi!!! We were honored during the Carnival 2012 in Rio de Janeiro!!! The Samba School Unidos de Cosmos organized the tribute. We, for the first time, participate in the Carnival parade as a special honored group in the city of Rio de Janeiro. The theme of the samba is Yuri Gagarin. They included our group and the city of Campos dos Goytacazes as an example of Astronomy popularization in Brazil!!! :)

Carnaval


Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h21
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Hi!!! We organized in January the first crew of Latin America in Mars Desert Research Station (MDRS) of the Mars Society. We would like to thanks Virgiliu Pop for the opportunity. He was the responsible for the participation of the Brazilian Crew. In the period January 21-28, 2012, the first Brazilian Crew realized activities in MDRS.  

De MDRS

Olá!!! Estudantes de Campos dos Goytacazes e de Cabo Frio estiveram em Marte... No dia 19 de janeiro de 2012 embarcaram para a cidade de Grand Junction, no estado do Colorado, nos Estados Unidos, uma equipe do Clube de Astronomia Louis Cruls... Agradecemos a todas as pessoas que apoiaram a ida desses estudantes... Felizmente conseguiram quase todo o apoio financeiro para cobrir os gastos com a viagem... Foi o necessário para que conseguissem viajar... Mas conseguiram... Uma grande motivo para estarmos alegres... É a primeira tripulação Brasileira na estação de pesquisa sobre Marte no deserto (MDRS) construída pela Mars Society no deserto do estado de Utah, nos Estados Unidos... Os estudantes membros da tripulação Brasileira e os respectivos apoios foram:

- Lucas Freitas – estudante do Instituto Federal Fluminense e da Escola de Astronomia e Astronáutica. Recebeu do IFF apoio financeiro integral para cobrir todos os gastos com a participação no MDRS

- Hermério Almeida Jr. – estudante do Instituto Federal Fluminense e da Escola de Astronomia e Astronáutica. Recebeu do IFF apoio financeiro parcial para cobrir os gastos com alimentação e hospedagem.

- Monique Pessanha – estudante da Escola Estadual Desembargador Álvaro Ferreira Pinto e estudante do IFF em 2012. Recebeu apoio financeiro para cobrir os gastos com as passagens internacionais da empresa GEOPRIME, que realiza projetos e estudos técnicos em áreas relacionas com meio-ambiente e geologia.

 - Ana Catarina Ávila Vitorino – estudante da Escola Municipal Márcia Francesconi Pereira de Cabo Frio. Recebeu apoio financeiro integral da Secretaria de Educação de Cabo Frio.

A equipe teve como comandante o Marcos Roberto Palhares, diretor da Aventuras Incríveis. 

A tripulação Brasileira na estação de pesquisa no deserto sobre Marte da Mars Society encerrou as suas atividades com sucesso no último dia 28 de janeiro. Foi uma experiência inesquecível para os membros da tripulação. Estiveram isolados em uma estação localizada no deserto de Utah, nos Estados Unidos. Durante esse período realizaram a simulação de uma viagem de exploração do planeta Marte. Foi o primeiro grupo da América Latina a participar dessa atividade. Um motivo de orgulho para o Clube de Astronomia Louis Cruls. Foram realizados diversos experimentos tendo como objetivos, encontrar formas de vida, identificar reservatórios de água e criar mecanismos de orientação a partir do Sol e das constelações. Na habitação, onde permaneceram isolados, tiveram que controlar a utilização de água e utilizaram alimentos produzidos por um programa coordenado por uma Universidade Norte-Americana. A tripulação Brasileira superou as limitações impostas pelo ambiente inóspito e pela ausência de contato com outras pessoas. Uma preparação para que, em um futuro não muito distante, Brasileiros realizem, a partir de foguetes desenvolvidos em nosso país, a exploração do Universo. Um sonho que a cada dia se torna mais próximo da realidade. 

 

De MDRS

 

De MDRS

Página da Mars Society com a tripulação brasileira - Mars Society home page with the Brazilian Crew: http://mdrs.marssociety.org/home/field-reports/crew111



Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h07
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Abaixo relato escrito pela Ana Catarina Ávila Vitorino:

"No nosso primeiro dia, estava previsto que Shannon Rupert, membro da equipe de suporte do MDRS, iria nos buscar no hotel para nos levar até o MDRS. Infelizmente, devido a uma tempestade de neve iminente, isso não foi possível e tivemos de encontrá-la no MDRS. Seguimos em direção a Hanksville com as instruções do GPS, e ao chegar lá procuramos o posto de gasolina Hollow Mountain, onde conseguiríamos informações sobre como chegar à base. Depois de alguns contratempos (a estrada era deserta e a paisagem era praticamente idêntica, por mais que andássemos, o que contribuiu para que nos perdêssemos), conseguimos chegar à base no final da tarde.

Chegando lá, começamos a aprender sobre o funcionamento da base. A Shannon nos explicou sobre como operar o sistema do GreenHab, dos tanques de água, diesel e gasolina, o racionamento da comida e da água e o limite de uso da internet. Ela nos orientou também sobre os ATVs, os trajes de EVA e sobre o envio dos relatórios.

No mesmo dia, organizamos e listamos a comida que tínhamos disponível para que tudo estivesse registrado quando a próxima equipe chegasse e para evitar desperdícios.

No dia seguinte, de manhã, começamos a determinar as missões e objetivos a serem alcançados. As tarefas domésticas e científicas foram divididas; a princípio, fiquei responsável exclusivamente pela produção dos relatórios. Afinal de contas, eram cinco relatórios por dia; o jornalístico, de EVA, do estoque de comida, de saúde e o de engenharia. O relatório do comandante era feito pelo próprio Marcos.

Entretanto, percebi que eu terminava os relatórios cedo e como as lentes oculares ainda não haviam chegado, não podia desenvolver nenhum projeto de astronomia. Assim, fiquei responsável por mais duas missões; a procura e análise de água da região e o registro das manchas solares.

Primeiramente, fui procurar material para a confecção de uma câmara escura com a qual pudesse registrar a imagem do Sol. Encontrei uma lata com filme fotográfico (que eu poderia usar para gravar a imagem e posteriormente reproduzi-la em papel) e uma caixa de papelão bem grande, mas não havia nada que pudesse usar para forrar ou pintar de preto o interior da caixa. Improvisei com uma camisa preta, que prendi no interior da caixa usando um sistema de arames. Para evitar que o filme fosse queimado por luz branca, levei para o meu quarto todo o material em uma caixa fechada. Eu havia previamente trocado a lâmpada normal da luminária do meu quarto pela lâmpada vermelha que estava na sala de descompressão da base, e terminei de montar a câmara lá. Entretanto, quando apontei a caixa pronta na direção do Sol (expus o filme por 10 segundos), nada foi gravado. Imagino que o filme já estivesse queimado quando o encontrei, e consequentemente tive que abandonar o meu plano A por falta de material.

Por sugestão do professor Marcelo, tentei projetar a luz do sol em um anteparo branco usando um espelho. Consegui divisar um globo de luz branca, mas não pude enxergar as manchas. Usei um papel com um pequeno furo para concentrar os raios de luz refletidos (o Hermério me ajudou a posicionar o espelho e o papel a diferentes distâncias), mas ainda assim não obtive sucesso.

Minha última tentativa foi fazer uma câmara escura sem filme fotográfico, com uma abertura na lateral para a visualização da imagem. Para isso, usei um balde preto de cerca de um metro de altura; fiz um pequeno furo no fundo para a entrada da luz e improvisei uma tampa usando uma camiseta preta amarrada na boca do balde. Ainda assim, não obtive sucesso; a imagem projetada tinha pouca definição e não pude distinguir as manchas.

Contudo, minha outra missão teve bons resultados; depois de procurar bastante, encontrei um pouco de água congelada em uma fenda nas rochas em um lugar bem isolado. Tive alguns problemas para alcançar a água em segurança, mas consegui as amostras e as analisei no laboratório. Os resultados que eu obtive foram:

pH: entre 6,0 e 6,5

Amônia: 2,0

Nitrito: neutro

Nitrato: 5.0

Os índices de amônia e nitrato podem indicar uma quantidade tênue de poluição, talvez por agrotóxicos.  Realmente, não é algo que fosse esperado de se encontrar em um lugar isolado como o Deserto de Utah; entretanto, como a agropecuária é intensa na região, pode ser que a água tenha entrado em contato com excrementos de gado contaminado.

Tivemos alguns problemas com o envio dos relatórios. Parece que os e-mails que eu enviava não eram recebidos pela equipe de suporte, e a queda da internet também contribuiu para o atraso. Mas felizmente consegui enviar todos os relatórios a todos os membros da equipe a tempo! Além disso, no começo da simulação, tive alguns problemas para fazer o relatório de engenharia, mas com ajuda do Marcos consegui aprender como escrever os relatórios corretamente.

Outro problema que tivemos durante nossa estada lá foi com as câmeras. Elas não funcionavam, e por mais que eu tentasse seguir as orientações do manual do Hab, as imagens continuavam congeladas. Mandei um e-mail para o suporte da missão solicitando ajuda, mas não obtive resposta até o último dia.

Quando as lentes oculares e o equipamento de laboratório chegaram, pudemos avançar mais nas nossas pesquisas. Como na primeira noite o céu estava nublado, não pudemos levar adiante o projeto de observação do céu e determinação dos pontos cardeais. No último dia, como o céu estava mais limpo, pudemos encontrar a Estrela Polar (o que confirmou que a Rosa dos Ventos estava correta) e a posição de diversos planetas, inclusive Marte, que surgiu no céu por volta das duas horas da manhã. Conforme a noite avançava, a temperatura caía muito, chegando aos -11° Celsius; mesmo o laser verde cedido pela equipe de suporte estava funcionando mal. O frio nos fez desistir de terminar a nossa última noite observando Marte pelo telescópio, mas pelo menos aproveitamos bastante o equipamento do MDRS.

O racionamento de água e comida não chegou a ser um desafio para a tripulação. Controlamos o tempo no banho (mesmo porque demoramos a aprender a aquecer a água, e mesmo depois disso a água quente era preciosa e rigorosamente dividida entre todos os membros do grupo). Tivemos alguns problemas com o sistema de descarga, mas depois de algum conserto tudo pôde ser resolvido.

Ficamos com pouca água durante uma tarde, já que o tanque estava quase vazio e não sabíamos como acionar a bomba para enchê-lo novamente. De noite, com a chegada do DG com os instrumentos científicos, tudo foi ajustado e os tanques (tanto de água quanto de diesel e gasolina) foram cheios.

Os ATVs e o traje de astronauta a princípio me pareceram um desafio maior do que o frio ou o racionamento de alimento. Em parte, por causa da minha inata falta de habilidade com veículos, e também pelo desconforto que a mochila do filtro de ar e o capacete proporcionam durante uma pesquisa de campo (principalmente durante uma escalada, por exemplo). Mas depois de um tempo de uso, comecei a me acostumar com o traje e aprendi a controlar melhor os ATVs. Além disso, eles proporcionam uma sensação de realidade a mais à experiência, como se estivéssemos realmente em Marte.

No último dia, encontramos a equipe 112, composta por cientistas e estudantes universitários da NASA na Califórnia. Foi uma experiência incrível conhecê-los; afinal, o nosso objetivo na vida é nos tornar cientistas pesquisadores como eles. Conversamos muito sobre a vida de um pesquisador e sobre como eles conseguiram alcançar esse objetivo, e nos deram dicas sobre como poderemos alcançá-lo também.

Essa missão contribuiu muito para que eu visse realmente como é a vida de um cientista. A oportunidade de fazer parte de uma tripulação de astronautas em solo marciano, mesmo que em uma simulação (embora tudo seja muito realista, tanto que eu me sentia realmente distante do resto do mundo e da civilização, exatamente como em outro planeta) foi muito importante não só para o meu currículo, mas também para o meu desenvolvimento como pessoa e como estudante de ciência."



Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h07
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Below report written by Ana Catarina Ávila Vitorino:

"On our first day, we expected that Shannon Rupert, member of the Mission Support, would pick us up at the hotel and lead us to the MDRS. Unfortunately, because of an imminent snowstorm, it was not possible and we had to meet her at theMDRS. We headed up to Hanksville with the GPS’s instructions, and when we got there we looked for the Hollow Mountain Gas Station, where we could get some informations about how we could go to the simulator. After some setbacks (the road was desert and the view was practically identical, as long as we rode, what made us get lost easily) we arrived at the base around sunset.

As we got there, we started to learn about the operation of the base. Shannon explained to us how to operate the GreenHab’s system, about the water, diesel and gas tanks, about the rationing of water and food and the limit for using the Internet. She also oriented us about the ATVs, the EVA spacesuits and how to write and send the reports.

On the same day, we organized and listed the food that was available, so that everything would be registered when the next crew arrived and also to avoid waste of food.

On the following day, in the morning, we started to determine the missions and goals to be reachen, and the cleaning and cooking was divided between us all. For first, my only mission was to write the reports. After all, there were five reports a day; the Journalist’s, the EVA’s, the Cook’s, the HSO’s and the Engineering. The Commandant’s was made by Marcos himself.

However, I noticed that I could finish the reports early and as soon as the ocular lenses didn’t arrive, I couldn’t develop any Astronomy project. Then, I was responsible for two more missions; the search and analysis of water on the region and register sunspots.

First, I went to look for material for building a pinhole box which could show the image of the Sun. I found a can with photographic film (I could use it to record the image and later copy it to paper) and a big paperboard box, but there was nothing to line or paint black the interior of the box. I improvised using a black t-shirt attached to the interior of the box by a wire system. To avoid exposing the film to white light, I took the can to my bedroom; I replaced the common bulb of my bedroom by a red bulb that was on the despressuring room, and finished the box there. However, when I pointed the box towards the Sun (I exposed the film during 10 minutes), nothing was recorded. I imagine that the film had been exposed to white light before we arrived, so I had to give up the plan A because we didn’t have the needed material.

Teacher Marcelo suggested to project sunlight on an white bulkhead using a mirror. I could make out a circle of white light, but I couldn’t see the sunspots. I used a paper with a small hole in it to concentrate the reflected light (Hermerio helped me to place the mirror and the paper at different distances), but it wasn’t successful still.

My last try was to make a pinhole box without photographic film, with an opening on the side to view the image. For so, I used a black bucket around one meter high; I made a small hole in the bottom for the entrance of sunlight and improvised a cover tying a black t-shirt on the top of the bucket. But it wasn’t successful still; the shown image had almost no definition and I couldn’t make the sunspots out.

However, the other mission had good results; after a lot of searching, I found a bit of frozen water in a cleft on the rocks in an isolated place. I had some trouble to reach the water safely, but I got the samples and analyzed them on the lab. The results I got were:

pH: around 6,0 and 6,5

Ammonia: 2,0

Nitrate: 5,0

Nitrite: Neutral

The indices of ammonia and nitrate may indicate a slight amount of pollution, maybe for pesticides. Really, it is not what I’d expect somewhere so isolated as the Utah Desert; however, the agricultural is intense on the region, then the water may have gotten in contact with contaminated cow droppings, or something like that.

We had some problems sending the reports. It seems like the e-mails that I sent were not received by the Mission Support, and the loss of the Internet contributed with the delay. But fortunately I could send all the reports to all the crewmembers in time! Besides that, on the beginning of the simulation, I had some trouble making the Engineering Report, but with Marcos’s help I could learn how to write the reports correctly.

Another issue we had to face during our stay were the cameras. They didn’t work, and as much as I tried to follow the Quick Guide manual, the images continued frozen. I sent an e-mail to Mission Support asking for help and talked about my attempts to fix it on the reports, but I didn’t get an answer, maybe because our time there was almost ending.

When the ocular lenses and the lab equipment arrived, we could go further on our researches. On the first night we had the telescope the sky was cloudy, so we couldn’t take ahead our projects of sky observation and determination of the cardinal points On our last day, as the sky was clean, we could find the Polar Star (what confirmed that our “compass” was correct) and the position of lots of different planets, such as Mars, that appeared around two o´clock in the morning. As time passed by, the temperature fell a lot, getting to -11º Celsius. Even the green laser that the Mission Support has yielded to us was working badly. The cold made us give up finishing our last night watching Mars through the telescope, but at least we could use a lot and well the MDRS equipment.

The water and food rationing didn’t get to be a problem for the crew. We controlled the time in bath (even because we took some time to learn to warm the water up, and even after that hot water was precious and rigorously shared among all the members of the group). We had some trouble with the flush system, but we fixed it and soon it was all solved.

We had few water during an afternoon; the tank was almost empty and we didn’t know how to activate the bomb to fill it again. At night, with DG’s arrival with the scientific instruments, everything was set and the tanks (not only the water one, but also the gas and diesel ones) were filled.

The ATVs and the spacesuits at a first glance seemed to me a bigger challenge than the cold or the food rationing. In part because of my lack of ability with vehicles, and also the discomfort that the backpack with the air filter and the helmet provide during a field research (mainly during a climb, for example). But after some time of usage, I started to get used with the spacesuits and learned to control the ATVs. Furthermore, they provide a sentation of reality to the experience, as if we were really on Mars.

On our last day, we met the Crew 112, composed by scientists and graduation students from NASA in California. It was an amazing experience to meet them; after all, our goal in life is to become researchers like they are. We talked a lot about the life of a researcher and about how they reached this position, and they gave us tips about how we can reach it too.

This mission contributed a lot for me to see how’s the life of a scientist. The opportunity to be part of a crew of astronauts in Martian land, even though it is a simulation (although everything was so realist that I felt somewhere apart from the rest of the world and the civilization, exactly like life in another planet), was very important not only for my curriculum but also for my development as a person and as a Science student."



Escrito por Clube de Astronomia LouisCruls às 01h06
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